Criada em 25/05/2020 às 16h56 | Pecuária

Gado leiteiro: Palmas estuda implantar genética neozelandesa que é referência na produção de gordura e proteínas

Titular da Seder, o engenheiro agrônomo Roberto Sahium diz que o momento é da pecuária 4.0, com a presença cada vez mais forte da tecnologia para aumentar a produtividade no campo, focando na precisão com menos perdas e mais ganhos, tudo isso aliado a sustentabilidade e bem-estar animal.

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Desde 2019 o programa Leite de Palmas, vem sendo colocado em prática. A mais recente iniciativa é o estudo para a incorporação da raça Kiwicross no rebanho da Capital.

 
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Fernanda Mendonça
DE PALMAS (TO)

Após um árduo trabalho de identificação da realidade da produção de leite bovino em Palmas, com o levantamento do que vem sendo feito pelos produtores, dentre pontos negativos e positivos, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), percebeu um nicho a ser explorado. Para tanto, o questionamento norteador para cada iniciativa implantada é: o que fazer para alavancar a produção de leite e tornar Palmas uma referência em quantidade e qualidade?

Desde 2019 o programa Leite de Palmas, vem sendo colocado em prática. A mais recente iniciativa é o estudo para a incorporação da raça Kiwicross no rebanho da Capital. Vinda da Nova Zelândia, referência mundial na produção de leite, a raça é resultado de melhoramento genético com um sistema de cruzamento entre Jersey e Holandesa.

Na visão do secretário da Seder, o agrônomo Roberto Sahium, o momento é da pecuária 4.0, com a presença cada vez mais forte da tecnologia para aumentar a produtividade no campo, focando na precisão com menos perdas e mais ganhos, tudo isso aliado a sustentabilidade e bem-estar animal. “A pecuária moderna precisa da atuação direta de profissionais capacitados. E todos os dias mostramos que a Prefeitura de Palmas está em busca de soluções práticas e de ponta aos nossos produtores”, detalha.

De acordo com o médico veterinário da Seder Cláudio Sayão, um dos responsáveis pelo programa Leite de Palmas, a equipe está estudando a raça Kiwicross para ser utilizada nos rebanhos de Palmas de acordo com as raças e cruzamentos, manejo nutricional e bem-estar animal encontradas em cada propriedade rural. “Os benefícios serão grandes, como o aumento de sólidos no leite, já que muitos produtores elaboram queijos, o que promoverá mais renda na atividade”, informa.

Bons resultados

Conforme Mario Alvarez, representante da empresa Gensur-Lic, que comercializa o sêmen bovino dessa raça no Brasil, as vacas obtidas pela genética da Kiwicross obtêm maior produção de sólidos no leite (gordura e proteínas), melhor fertilidade e vida produtiva, eficiência alimentar e moderadoras do peso adulto dos animais.

Quanto a moderação do peso, esta característica significa que as vacas Kiwicross possuem capacidade produtiva de um animal grande, porém são menores, ocupam menos espaço e demandam menos alimento.

Portanto, o sucesso da produção de leite não está ligado a somente a quantidade obtida, mas a composição desse produto, pois a concentração maior de gordura e proteína é mais apreciada, principalmente para a confecção de queijos.

Sobre as condições climáticas do Cerrado, Alvarez informa que a Kiwicross se adapta bem nas regiões tropicais, inclusive com resultados melhores em comparação às raças europeias da genética tradicional. (Da Seder)

 

 

  

 

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