Criada em 10/05/2019 às 15h58 | Exportações

Abrafrigo pede à Apex que apoie empresas de porte médio democratizando oportunidades de acesso aos mercados externos

O pedido encaminhado via ofício à Agência de Promoção da Exportação e Investimentos visa democratizar as oportunidades de acesso aos mercados externo. A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) acredita que as grandes empresas já não precisam mais deste auxílio.

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A Abrafrigo tem filiadas pelo menos 22 empresas de porte médio, todas elas com expertise no comércio exterior, sendo que o abate médio de animais/dia é de 900 cabeças. (Foto Divulgação Web)

Norberto Staviski
DE SÃO PAULO (SP)

A Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) encaminhou ofício na quinta-feira, 09, ao novo Presidente da Apex – Agência de Promoção da Exportação e Investimentos, Sérgio Ricardo Segovia Barbosa, pedindo uma mudança na estratégia de apoio à promoção ao setor de carne bovina que, até aqui, só privilegiou as grandes empresas.

“Os grandes empreendimentos do setor já não necessitam de apoio até porque já foram muito beneficiados. O momento é de ajudar as médias empresas exportadoras que desejam crescer e conquistar novos mercados. As grandes empresas não precisam mais deste auxílio”, afirmou o Presidente Executivo da ABRAFRIGO, Péricles Salazar. Segundo ele, “com a troca da diretoria da APEX é uma boa hora para se alterar a estratégia que predominou até aqui”.

O Presidente da ABRAFRIGO, disse que “um projeto de cooperação com a entidade e a APEX será muito bem-vindo para incrementar uma maior inserção destas empresas no cenário internacional, onde há a necessidade de perscrutar mercados, participar das principais feiras que são realizadas na China, França, Alemanha, África do Sul, Dubai,  dentre outras, bem como interagir com as missões destes países no sentido de aproximar as nossas empresas e potenciais clientes ao redor do mundo”.

Na estrutura da ABRAFRIGO existe o Departamento Internacional que conta com a filiação de pelo menos 22 empresas de porte médio, todas elas com expertise no comércio exterior, sendo que o abate médio de animais/dia é de 900 cabeças que precisam deste tipo de apoio. “É uma maneira de possibilitar de possibilitar a ampliação e democratização das oportunidades de acesso aos mercados para as empresas de porte médio do nosso país, algo que hoje não existe”, disse ele. (Da Ascom Abrafrigo)

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