Criada em 07/03/2018 às 17h37 | Agricultura

Com investimento de R$ 2,4 milhões, técnicos e extensionistas rurais iniciam monitoramento de projetos agrícolas no estado

As visitas “in loco” iniciam esta semana e seguem até 4 de abril. O objetivo é prestar assistência técnica para o desenvolvimento dos projetos dos agricultores, dando continuidade as atividades do Programa de Fomento as Atividades Produtivas Rurais.

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O programa atende especificamente a projetos agrícolas voltados a criação de pequenos animais (galinhas e porcos), cultivo de culturas como arroz, feijão e mandioca. (Foto Juliano Ribeiro/Governo do Tocantins)

Elmiro de Deus
DE PAMAS (TO)

Para dar continuidade das atividades do Programa de Fomento as Atividades Produtivas Rurais, uma equipe composta por técnicos da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) e Instituto de Desenvolvimento Rural (Ruraltins) visitam, nesta semana até 4 de abril, as propriedades para prestar assistência  técnica “in loco” para o desenvolvimento dos projetos dos agricultores.

O Programa de Fomento as Atividades Produtivas Rurais recebeu recurso através de cooperação técnica no valor de R$ 2,4 milhões para atender 1.200 pequenos produtores em projetos agrícolas no Tocantins. A cooperação foi assinada em novembro de 2017, pela Seagro em parceria com a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan).

Para o andamento dos projetos, técnicos do Ruraltins dispõem de extensionistas rurais para acompanhar na elaboração e execução dos projetos. O programa atende especificamente a projetos agrícolas voltados a criação de pequenos animais (galinhas e porcos), cultivo de culturas como arroz, feijão e mandioca.

De acordo com o gerente de Fomento Produtivo da Agricultura Familiar da Seagro, Diones Pacini Selpuveda, o serviço de assistência técnica e extensão rural têm atuado no sentido de potencializar este segmento por acreditar que o processamento propicia a agregação de valor à produção. “Com isso potencializa também aumento do período de desfrute da produção e comercialização, aumenta a renda e gera novas oportunidades de trabalho no campo, inclusive de apresenta como uma alternativa de fixação do jovem na propriedade e um novo horizonte de trabalho e de profissão”, argumentou. (Da Seagro)

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