Criada em 09/10/2018 às 21h27 | Suinocultura

"Não há qualquer risco ao consumidor e à saúde humana", aponta ABPA sobre caso de peste suína clássica no Ceará

Associação destaca, ainda, que não há fluxo comercial de produtos suínos partindo do Ceará, com destino aos estados do Sudeste, Centro Oeste e Sul, o que minimiza ainda mais os riscos. Mapa tomou todas as medidas necessárias previstas pela OIE para a contenção e vigilância do problema.

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Nota da ABPA citou ainda que a suinocultura nacional intensificou suas ações preventivas relativas à biosseguridade para blindar toda a cadeia produtiva (Foto: CNA\Divulgação)

Sobre uma notificação de foco de Peste Suína clássica em propriedade rural do Ceará, uma organização de saúde animal (ABPA) informa que não existem riscos para uma produção nacional de disseminação da doença.

O foco da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) está localizado a 500 quilômetros do centro livre, que abrange 17 estados brasileiros (o Ceará não está entre estes estados) e a 3,5 mil quilômetros dos principais pólos de produção e exportação de carne suína do Brasil. O Ceará não está entre os grandes produtores de carne suína, e não há fluxo de exportação deste produto partindo do estado.

A ABPA destaca, ainda, o mercado de produtos em parte do Ceará, com os Estados do Sudeste, o Centro Oeste e Sul, o que minimiza os riscos.

É importante esclarecer que aquela Pose Suína Africana, que impactou os polos de produção da Ásia e da Europa. No Caso da Peste Suína Clássica, se trata de uma doença menos agressiva, com menor capacidade de difusão e, consequentemente, erradicação mais eficiente.
Não há risco ao consumidor e à saúde humana.

A ABPA destaca o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que detectou as possibilidades de notificação prévia e tomou todas as medidas necessárias para a prevenção e vigilância do problema. O mesmo no mundo tem uma cultura de lantejoulas sobre a produção de biosseguridade para cegar hoje. ( Da ABPA)

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