Criada em 04/02/2018 às 20h14 | Pecuária

Para ABEG, decisão judicial foi tomada com “forte conteúdo emocional” e com “profundo desconhecimento” do setor

Associação aponta que Brasil “segue normas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), organismo responsável no âmbito da Organização Mundial de Comércio (OMC) para questões de ordem sanitária e bem-estar animal”.

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A Associação Brasileira Dos Exportadores de Gado (Abeg) também se manifestou sobre a decisão judicial que embargou exportação de gado vivo do grupo Minerva à Turquia. Em nota, a entidade, manifestou repúdio. “A atividade agropecuária brasileira vem sofrendo constantes ataques de organizações não governamentais (ONG’s), que historicamente sempre se colocaram contra o comércio de proteína animal”, apontou.

Para a entidade, a decisão foi “exarada sem a oitiva de todos envolvidos e com forte conteúdo emocional, revelam antes de tudo um profundo desconhecimento do que representa o setor de exportação de gado vivo para o Brasil e sobre quais premissas está estruturado”.

A Abeg comentou ainda que “a exportação de gado vivo no Brasil vem apresentado bons resultados, gerando um lastro maior à atividade agropecuária brasileira, fruto da qualidade do rebanho nacional, expertise das empresas atuantes no setor e irrestrito apoio dos órgãos governamentais responsáveis pela regulação da atividade”.

Ainda conforme a associação, o Brasil “segue normas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), organismo responsável no âmbito da Organização Mundial de Comércio (OMC) para questões de ordem sanitária e bem-estar animal”.

“As exportações brasileiras de bovinos passaram a representar importância significativa para o agronegócio nacional, contribuindo significativamente para a elevação do PIB nacional, tendo atingido a cifra superior a US$ 680 milhões em 2014, consolidando se como alternativa comercial para os produtores rurais do nosso país”, destacou a entidade.

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